domingo, 26 de fevereiro de 2017

Documentário sobre Hillary Clinton é eleito o pior filme do ano no "Framboesa de Ouro 2017"


Ontem, mais precisamente um dia antes do Oscar, que acontecerá já já, aconteceu o Framboesa de Ouro 2017, premiação que elege os piores do ano no cinema. O documentário "Hillary’s America: The Secret History of the Democratic Party" foi eleito o pior filme do ano (dá para perceber já pelo trailer, rs), levando o maior número de prêmios, dividindo com o longa "Batman Vs Superman - A Origem da Justiça". Veja a lista de indicados clicando aqui e quem foram os "perdedores" abaixo:

Pior Filme: Hillary's America: The Secret History of the Democratic Party
Pior Ator: Dinesh D'Souza, como ele mesmo (Hillary's America: The Secret History of the Democratic Party)
Pior Atriz: Becky Turner, como Hillary Clinton (Hillary's America: The Secret History of the Democratic Party)
Pior Atriz Coadjuvante: Kristen Wiig (Zoolander 2)
Pior Ator Coadjuvante: Jesse Eisenberg (Batman Vs Superman - A Origem da Justiça)
Pior Combo: Ben Affleck e seu BFF Henry Cavill (Batman Vs Superman - A Origem da Justiça)
Pior Diretor: Dinesh D'Souza e Bruce Schooley (Hillary's America: The Secret History of the Democratic Party)
Pior Prequel, Refilmagem, Filme Derivado ou Sequência: Batman Vs Superman - A Origem da Justiça
Pior Roteiro: Batman Vs Superman - A Origem da Justiça


[imagem: divulgação]

Um olhar meio leigo sobre o filme "Moonlight: Sob a Luz do Luar" #AquecimentoOscar2017


Cuidado que esse post pode conter alguns spoilers!

Alguns filmes concorrendo a Melhor Filme no Oscar 2017 já tiveram suas resenhas divulgadas aqui no blog: "La La Land", "Até o Último Homem", "A Chegada", "Lion - Uma Jornada para Casa" e "Manchester à Beira-Mar". A maior premiação do cinema acontecerá hoje (26), com exibição no Brasil somente pela TNT e neste post vou falar sobre o filme, "Moonlight: Sob a Luz do Luar":

Que gay nunca teve sua fase de auto-conhecimento? Pois bem, esse é o target principal deste lindo e emocionante filme escrito e dirigido por Barry Jenkins, que conta a história de Chiron em três fases de sua vida, infância, adolescência e a fase adulta. Nessas três fases podemos acompanhar como foi a vida desse homem negro se descobrindo homossexual.

Na fase infantil, Chiron (Alex R. Hibbert) sofre bullying na escola em que todos os valentões o chamam de gay, mesmo o coitado do garoto nem saber direito o que é isso. Além de todo esse sofrimento, comum na sociedade até hoje, sendo gay, hétero, bi, negro, branco, pardo, amarelo, rosa, o pequeno menino ainda tem que sofrer dentro de casa com sua mãe (Naomie Harris) drogada e que também o acusa de não ser "normal". Mas uma alma bondosa, e mais fantástica do filme, aparece na vida de Chiron, ele se chama Juan (Mahershala Ali), um traficante muito gente boa que praticamente adota o garoto e o leva constantemente para sua casa, onde mora com Teresa (Janelle Monáe), que o trata feito um filho, que o casal não teve.


Ensinando o lado bom da vida, a família que o pequeno Chiron não teve ao lado de sua mãe irresponsável, ele passa sua adolescência querendo fugir do mundo triste para poder sorrir novamente na companhia de Juan. Inclusive, uma cena muito marcante é quando a criança pergunta sobre gay para o casal e o fodástico do Juan fala a coisa mais foda do filme inteiro. Mas só assistindo o filme para vocês entenderem o que estou falando, rs.

Já na fase adolescente, Chiron (Ashton Sanders) continua sofrendo mais bullying na escola, até que já colocou em sua mente que ele não pode ser gay, senão vai sofrer muito (mais uma vez, que gay nunca passou por isso hein?). Tendo um melhor amigo, Kevin (Jharrel Jerome), Chiron se vê podendo contar sempre com alguém mais uma vez. Mas esse alguém acaba soltando um sentimento no jovem que nunca havia sentido antes: o amor. Lindamente os dois rapazes se beijam, mas nem tudo são flores na vida de Chiron. Um certo dia, em uma briga entre os boyzinhos da escola, em que Kevin fez amizade, provocaram Chiron, e fizeram Kevin bater nele, que adivinha... Bateu e muito.

P* da vida, Chiron corre, sem chão, afinal seu primeiro e único amor até o momento, além de demonstrar não ser seu amigo de verdade, ainda quebrou seu coração drasticamente.


História vai, história vem, Chiron não mora mais naquela cidade, e já adulto (Trevante Rhodes), conhecido pelo apelido de Black, ele, teoricamente hétero, ficando com muitas mulheres, todo estiloso, encorpado e bonito, uma certa vez volta para aquela cidade que não o trouxe boas lembranças para visitar ninguém mais, ninguém menos que Kevin (André Holland), que ora encontrou o telefone de Black e ligou para baterem um papo.

E assim flui o final da história, com muito amor, muitas drogas, muita família que não é a verdadeira mas é de coração, e um sentimento que o sofrido Chiron tem que é indescritível para quem está assistindo o longa, fazem este um dos melhores filmes que foram lançados em 2016.



E no Oscar...

Para mim, dos 9 indicados à Melhor Filme, este, sem dúvida, é o melhor, e é um concorrente provável para a estatueta, ainda mais pela leva de prêmios na categoria que ele levou desde o lançamento para cá. A briga vai ser mais feia entre Moonlight e La La Land, com toda certeza. Barry Jenkins faz um excelente trabalho, então é um concorrente fortíssimo nas duas categorias que concorre, Diretor e Roteiro Adaptado. Isso você vai entender pela sutileza que as imagens e as sequências do filme andam em sintonia e o roteiro que dispensa comentários. Para a atuação, os melhores do filme, sem dúvida, são os que concorrem como coadjuvantes: Naomie Harris e Mahershala Ali. Eu acho que a Janelle Monáe deveria concorrer nessa categoria e o ator Chiron na fase jovem também, mas como representantes, Naomie e Ali fazem muito bem esse papel, ela mostra toda a emoção e o sofrimento com as drogas, de quem quer e não consegue largar o vício, já ele, bem, ele... O MELHOR, ponto final. Merece o Oscar! A trilha sonora é incrível, misturando o hip hop pesado com a música erudita. Na edição, eu acho que peca um pouco, pois se perde em muitas cenas, mas já vimos coisas bem piores concorrendo, né? E a fotografia, pensando pelo cenário suburbano e a imagem com um toque cult fazendo ser uma das melhores, senão a melhor, fotografia entre os indicados.

Veja o trailer:




[imagens: aqui, aqui, aqui e aqui]

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Betty Who faz uma festa na lavanderia no novo clipe "Some Kinda Wonderful"


No dia 24 de março, a cantora australiana Betty Who irá lançar seu segundo álbum de estúdio, "The Valley", que contará com as músicas já divulgadas "I Love You Always Forever" e "Human Touch". E continuando essa divulgação, ela lançou hoje o clipe de "Some Kinda Wonderful", que tem um ritmo bem pop chiclete e no clipe Betty agita uma lavanderia fazendo dela um tipo de balada, enquanto fica sonhando com o negão sarado que não dá bola para ela:



Vale dar uma conferida no lindo clipe de "Heaven", sua parceria paralela com o cantor Troye Sivan.


[imagem: screenshot]

Dua Lipa mostra os detalhes de seu corpo no novo clipe "Thinking 'Bout You"


Com seu álbum de estreia marcado para esse primeiro semestre de 2017, a cantora e modelo Dua Lipa continua lançando clipes e fazendo cada uma de suas músicas, mesmo órfãs por enquanto, serem singles marcantes. Depois de clipes como "Blow Your Mind (Mwah)", "Room For 2", "Be The One" e suas parcerias com o DJ Martin Garrix e o rapper Sean Paul, a moçoila soltou seu vozeirão e mostrou pequenos detalhes de seu corpo no novo clipe para a faixa "Thinking 'Bout You", onde ela aparece em duas telas só com cenas dela, enquanto uma tela mostra seu rosto cantando e sensualizando, a outra mostra seu corpo, como mãos, tatuagem, unhas em grande destaque e movimentos...




[imagem: screenshot]

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Uma resenha meio leiga sobre o filme "Manchester à Beira-Mar" #AquecimentoOscar2017


Cuidado que esse post pode conter alguns spoilers!

Quatro filmes concorrendo a Melhor Filme no Oscar 2017 já tiveram suas resenhas divulgadas aqui no blog, "La La Land", "Até o Último Homem", "A Chegada" e "Lion - Uma Jornada para Casa". Faltam 5 filmes antes da maior premiação do cinema no próximo dia 26. E neste post vou falar sobre o filme "Manchester à Beira-Mar":

O filme conta a história de Lee Chandler (Casey Affleck), um zelador infeliz e de mal com a vida que vive em Boston e que de grão em grão vai tentando conquistar seu espaço nesse ramo não-valorizado. De repente seu irmão mais velho faleceu e ele teve que voltar para a cidade de Manchester para o velório e resolver tudo sobre os bens do irmão, que inclui ele ser o tutor de seu filho menor de idade. Lee não gosta de ficar em Manchester, primeiramente devido a um trágico incêndio que ocorreu em sua casa naquela cidade anos antes matando todas suas filhas e deixando sua mulher Randi (Michelle Williams) o culpando eternamente por ele ter saído de casa naquele dia do incêndio, bêbado e deixando a lareira acesa e sem proteção, causando o acidente.


Lee nunca se perdoou pelo ocorrido e quando ele teve que voltar à cidade, que tanto lhe traz más lembranças, ele fica em um dilema sobre ser o tutor de seu querido sobrinho Patrick (Lucas Hedges), ainda mais que o menino não quer se mudar para Boston com o tio. Durante a história entre tio e sobrinho vai acontecendo, flashs mostram como era o amor entre Lee e Randi e como todo acidente acabou com isso tudo, além de mostrar a parceria entre ele e seu irmão recém falecido Joe (Kyle Chandler) e o ótimo convívio com o pequeno sobrinho Patrick.

Não querendo abandonar o sobrinho, Lee tenta deixar o menino com a mãe, ex-alcoólatra, mas que se recusa a ficar muito tempo com o filho, pois se sente mal. Então Lee, que tem um coração machucado, mas enorme, faz de tudo para ser o pai de Patrick e com isso vão levando. Mas já que ele está na cidade que viveu por muitos anos, calhou de se encontrar com a Randi, que pediu desculpas imensamente, e se arrepende de tudo o que culpou o Lee.

Casey Affleck dá um show de atuação mostrando o lado interno sombrio que ronda o personagem Lee, até o lado humano e amoroso que demonstra por fora. Isso inclui o bem-estar entre tio e sobrinho que se veem na situação obrigatória de terem que se dar melhor, mesmo em uma fase muito difícil para ambos, e a amizade e amor familiar de ambos, é que dão a alavancada neste ótimo e muito bem feito filme.



E no Oscar...

Não me surpreenderia se esse filme levasse a estatueta principal da noite, é um dos queridinhos e possíveis vencedores. O diretor Kenneth Lonergan faz um ótimo trabalho no longa, enquadrando perfeitamente as cenas com as expressões de cada personagem, então pode ser um provável vencedor nessa categoria, que inclusive ele também assina o roteiro do filme, concorrendo na categoria de Roteiro Original, que se tudo der certo, pode levar essas duas estatuetas pelo conjunto da obra entre direção de cenas com o roteiro se encaixando perfeitamente na trama. Nos prêmios para os atores, Casey Affleck já virou meu preferido dentre os indicados, porque é sério, ele foi sensacional nesse filme, que também podemos dar um crédito enorme a também concorrente Michelle Williams, que sem palavras, fazem você se emocionar e torcer para que ambos fiquem juntos, rs. O ator Lucas Hedges está concorrendo a Ator Coadjuvante, mesmo sendo um ótimo ator e mostrando veemente a empatia do personagem Patrick para com a morte do pai e até depois de brigas com o tio, ele está com uma concorrência fortíssima, então acho que não vai rolar para ele.

Veja o trailer:




[imagens: aqui, aqui e aqui]

O parque da alienação no novo clipe da Katy Perry, "Chained To The Rhythm"


A cantora Katy Perry está nitidamente insatisfeita com a política norte-americana, principalmente com a população elegendo o Donald Trump como presidente. Pois bem, hoje ela lançou o clipe de seu novo single "Chained To The Rhythm", em que ela passeia por um parque de diversões à la Black Mirror, em que as pessoas são roboticamente alienadas, como viciadas em selfie, entrando em brinquedos alfinetando a cultura norte-americana atual, como o "desastre" que se tornou o termo "viver um sonho americano" e até uma roda de hamster para seres humanos, típicas metáforas para a alienação da mente:



Este single, que conta com a participação do Skip Marley, fará parte do próximo álbum de Katy, sem data ainda de lançamento e nem título.


[imagem: screenshot]

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Homem é flagrado traindo a namorada por assistir séries sem ela em novo vídeo da Netflix com o João Kléber


Depois de chamar gente como Inês Brasil, Valesca, Xuxa, SenseMarcia e Fábio Jr., a Netflix chamou o apresentador João Kléber para promover o serviço de streaming também. No vídeo, João Kléber apresenta um tipo de "Teste de Fidelidade" em que um cara é flagrado assistindo a série "Narcos" na TV pelo dispositivo da Netflix e a namorada fica p* da vida porque ele está vendo sem ela. Depois o cara aparece no palco pedindo desculpas e ela não perdoa, hahahaha:



Se identificou né? :-P


[imagem: Hypeness]

O amor galáctico no novo clipe da Lana Del Rey, "Love"


A cantora Lana Del Rey está de volta com seu dramático e lindo novo single "Love". Depois da música ter sido vazada na web este final de semana, a cantora resolveu lançá-lo oficialmente e ainda com um clipe lindo e surrealista hoje. No clipe, o amor entre jovens com um cenário galáctico faz toda a fotografia ser a coisa mais linda que você verá hoje:




[imagem: screenshot]

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Tropkillaz chama MC Carol e Heavy Baile para dominarem a balada e a favela no clipe de "Toca na Pista"


O duo de DJs Tropkillaz chamou a MC Carol e o grupo Heavy Baile para formarem um super bonde que irá tocar na pista e na favela em novo clipe. A música é bem bacana e pesada, vide a voz grossa da Carol e do vocalista do Heavy e o clipe de "Toca na Pista" mostra cenas de todos cantando e tocando no meio da favela e depois indo para uma balada, com isso detonando e dominando tudo:




[imagem: divulgação]

Uma resenha meio leiga sobre o filme "Lion - Uma Jornada para Casa" #AquecimentoOscar2017


Cuidado que esse post pode conter alguns spoilers!

Continuando as resenhas dos filmes concorrendo a Melhor Filme no Oscar 2017, "La La Land", "Até o Último Homem" e "A Chegada" já foram postados aqui. Não sei se consigo fazer uma resenha para cada um dos 9 filmes concorrentes aqui no blog antes da premiação no dia 26 desse mês, mas vamos lá, rs. Neste post vou falar sobre o filme "Lion - Uma Jornada para Casa":

Baseado em uma história real, "Lion" gira em torno de Saroo, uma criança indiana que acompanhava seu irmão mais novo em seu trabalho, e enquanto o esperava em uma estação de trem, eles se perdem e o garotinho acaba indo parar de trem em algumas cidades da Índia até ser adotado por um casal australiano. Depois de adulto, Saroo faz de tudo para voltar para a Índia e encontrar sua mãe e seu irmão.


O filme é emocionante, na primeira metade dele mostra a história fraterna entre Saroo e seu irmão mais velho Guddu e como eles faziam de tudo para sobreviver a renda miserável da família, composta pelos dois e sua mãe que trabalhava como colhedora de pedras. Depois que os irmãos se separam, Saroo passa por vários obstáculos para tentar voltar para casa, inclusive conhece uma mulher, aparentemente amorosa com a criança, mas que na verdade quer vendê-lo, prostituí-lo com o marido, mas a criança esperta sempre escapa.

Há cenas muito bem interpretadas pelo garotinho (Sunny Pawar), incluindo a emoção que ele passa quando o desespero chega ao imaginar que não veria mais a mãe e o irmão e até quando ele vai parar em um orfanato muito ruim e mais sofrência aparece nessas cenas. Inclusive isso é algo bem marcante no filme, muito drama e ao mesmo tempo uma paixão que o telespectador tem pelo menino Saroo.

Por sorte, Saroo é adotado pelo casal Sue (Nicole Kidman) e John (David Wenham) e vai morar na Austrália. Lá ele fica muito feliz e o amor começa a ser recíproco naquela família. Até que o casal resolve adotar um outro filho com problemas mentais que causa um desconforto enorme no lar, mas os três fazem de tudo para acolher a criança.


Já na segunda metade do longa, Saroo cresce (Dev Patel) e entra na faculdade, conhece uma moça chamada Lucy (Rooney Mara), e começam a namorar. Já o irmão adotivo dele foge de casa e deixa sua mãe Sue muito triste. Enquanto a trama vai rolando, acontecendo coisas como Sue querendo o filho de volta em casa, o casal Saroo e Lucy entre brigas e amores sendo felizes, o próprio começa a ir atrás de sua mãe biológica, procurando de todas as formas onde seria o lugar que eles moravam na Índia, até usando o Google Maps, e por fim ele vai e encontra sua querida mãe no vilarejo que ele sempre pronunciou errado o nome.

Te garanto que o final do filme vai te deixar bem triste, mas não vou contar aqui, rs. E a perseverança de Saroo, desde pequeno tentando voltar para a casa é algo que te deixará emocionado e aflito em quase todo o longa, já que ele é corajoso como um leão.

Então, pegue um lencinho e bom filme!



E no Oscar...

Como Melhor Filme, eu acho que a Academia, infelizmente não dará o prêmio da noite para "Lion", devido aos fortes e melhores concorrentes, mas em algumas categorias pode até ser que role, como Ator e Atriz Coadjuvantes, pois Dev e Kidman simplesmente arrasam nesse filme em todas as cenas que aparecem, é uma emoção sem fim. E acho que a estatueta mais certa para o filme é de Roteiro Adaptado, pois é um roteiro lindo, você não se perde em nenhum momento do filme, a sequência de falas se entrelaçando com a história é de tirar o fôlego, assim como a Fotografia, que não tenho nem palavras, Índia e Austrália em um filme só, que tem uma imagem em cenas internas bem tristes e marcantes, é uma boa pedida para levar uma estatueta também. Também concorre ao prêmio de Melhor Trilha Sonora, mas acho que o sucesso de La La Land deve levar esse prêmio por motivos óbvios.

Veja o trailer:




[imagens: aqui, aqui, aquiaqui]